Finalmente pronto, eis o vestido que eu e a minha melhor parceira de trabalhos, Thaís Boaventura, fizemos!

          Inspirado no criador Cristóbal Balenciaga, após uma pesquisa caprichada em sua biografia e obra, a intenção era traduzir seu estilo para uma coleção atual e para o dia-a-dia.

          Escolhemos um dos vestidos e o reproduzimos em tela de algodão, com todos os acabamentos:

 

Abaixo alguns detalhes do acabamento: a gola e pala entreteladas e duplas, ficando toda a costura embutida; o colchete para fechamento, o zíper invisível na lateral e o acabamento feito todo à mão nas cavas:

 

Abaixo eu e a Thá curtindo o vestido pronto, e ela de modelete!

 

Missão cumprida, agora é só curtir as férias!!!

      

          Considerando que o século XIX foi um marco para as mulheres, por ter ocorrido importantes mudanças no vestuário e comportamento destas no período. Uma mudança muito significativa foi a incorporação de ítens da vestimenta masculina em seu guarda-roupas, as quais pesquisando melhor suas origens, descobri que boa parte é influenciada pela Inglaterra, com sua moda masculina que é referência mundial até hoje.

          Na França as primeiras manifestações destas influências não foram bem vistas, denominando assim, que as mulheres que usavam trajes inspirados no terno masculino estavam vestidas a “l’anglaise”.

          Nas criações aseguir desdobrei um pouco o significado deste termo, chegando a alguns conceitos que se encontram no arquivo em PDF em anexo:

 LINK >>>>  Bonecas da Moda – Thaís Polakiewicz    

         

          Tive a oportunidade de comparecer aos desfiles que aconteceram no Memorial da América Latina no dia 04 deste mês. Estes ocorreram durante a Expo Peru, com inúmeras outras programações.

          Foram desfiladas quatro marcas, e a Meche Correa é a primeira que posto aqui. Não consegui tirar muitas fotos, mas filmei um a parte do desfile, para podermos perceber o clima, com fortes referências ao estilo musical do país, assim como nas formas e cores das roupas:

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          Só para complementar, uma breve opinião minha: os desfiles não seriam nada sem as músicas espetaculares que tocam durante eles. Acho que é o que mais eu lembro depois…   (Sou louca por música de desfile!)    =])

          Após preparado um seminário sobre Fauvismo e Expressionismo, trago aqui a “coleção de looks” inspiradas nestes movimentos criada pelo meu grupo.

          Trouxemos, nos desenhos, alguns pontos importantes em relação ao movimento artísco, a começar pelas poses, mais grotescas e menos usuais, porém expressivas. Eu as desenhei a partir de um vídeo no YouTube que msotra a modelo posando.

As cores são um ponto bem forte também, fortes e bem definidas.

Algumas frases inspiradoras:

“Mistura de cores = tons sujos” (Paul Gauguin)

“Medite sobre um sentimento e encontre sua forma mais simples” (Paul Gauguin)

“Pintura = sensações condensadas”

“Dar profundidade sem sacrificas o brilho das cores” (Cézanne)

“O que importa não é a cópia exata nem o acúmulo de detalhes, mas o profundo sentimento do artista ante os objetos escolhidos” (Henry Matisse)

“Inexatidão anatômica não prejudica expressão do caráter íntimo e da verdade inerente à personalidade” (Henry Matisse)

FILE – sobre minha visita

setembro 1, 2010

          Como resultado da visita feita ao FILE, passei por diferentes experiências e sensações muito interessantes, além de conhecer um pouco mais do que é possível produzir a partir do uso de linguagens eletrônicas.

          Quando entro em uma exposição ou algo do tipo,  em geral, o meu primeiro pensamento é, “por onde começo a ver, o que há para ver” e dependendo da ocasião esse pensamento é logo respondido ao me deparar com as obras, em seqüência e observá-las. Mas neste caso a sensação de dúvida continuou até o fim do percurso, uma vez que cada trabalho exigia uma diferente interação ou observação, sendo assim, necessário fazer uma sondagem, ir testando e descobrindo suas reações.

          É muito curioso ver quão diversos os rumos que se pode tomar com o uso da tecnologia, inclusive quando voltados para as artes; mesmo não entendendo, e nem tentando entender os métodos, apreciei muito os resultados, tendo desde os mais emocionantes, até os divertidos.

          Não tenho como falar de tudo o que gostei, mas tem alguns trabalhos de que me recordo melhos, por que foram mais marcantes. O principal foi o “Reler” que consistia em livros de madeira dispostos em uma prateleira comprida, dentro de uma sala escura coberta com carpete. Entrando na sala, após perguntar a um segurança se podia, pois lá não dava pra saber exatamente no que podia mexer ou não, já fui logo puxando um livro. Não sabia o que esperar ao abri-lo, tudo era surpresa, e tal que dentro dele havia um vidro, e por baixo fiações, placas e uma luz vermelha, logo após ser aberto, uma voz começou a contar a história que correspondia ao próprio. O que aconteceu foi uma mistura entre a tecnologia que fazia o livro ser ditado, e ao mesmo tempo o conforto da sala, o som envolvente ouvindo histórias que eu conhecia e que trazem diferentes lembranças à mente, como Macunaíma e Pequeno príncipe, cada uma remetendo a momentos vividos.

          Claro que essa é uma experiência pessoal minha, mas o que gostei foi isso mesmo, cada uma que entrava e pegava um livro se surpreendia quando reconhecia o mesmo, e após alguns momentos todas as vozes de cada história se misturavam na sala, se atropelando.

          Gostei muito também do “Tardigotchi” que mescla o lado biológico e o virtual da coisa. Foi impossível não lembrar do tamagochi, que eu tanto adorava quando era criança, ao me deparar com ele. O que gostei foi da complexidade que ele apresentou, ao assistir e ouvir o vídeo que explicava o seu funcionamento, o que me deixou muito curiosa, até por haver o organismo dentro da esfera que precisa ser alimentado de verdade. Isso me fez refletir um pouco sobre a relação entre as pessoas hoje, as redes sociais, os “amigos virtuais”, e como se contentam em ficar “falando sozinhas” em redes como o Twitter, por exemplo.

          O “Death Death Death” também me chamou bastante a atenção, assumindo, para mim, um tom mais sarcástico e pessimista, mas que faz refletir sobre a efemeridade das coisas na vida e o modo como ele explicita isso lembrando que tudo acaba na morte.

          O “Luzes Relacionais” exigia bastante interação dos próprios movimentos do corpo para gerar o movimento das cortinas de luz que se formavam em meio a poeira, era bem uma questão de experimentação, de ir se movendo e testando os resultados. Muito legal.

          E para ir terminando, dois trabalhos que arrancaram umas risadas foram o “Virtual Ground”, que se tratava praticamente de um jogo, em que tínhamos de controlar a “bola” do qual dava para participar duas pessoas. O outro é um que não achei o nome, mas consistia em uma sala na qual devíamos pular juntas para nossa filmagem ser reproduzida repetidamente na parede. Acontece que demos pulos e mais pulos todas juntas e não deu certo, mas foi engraçado.

          Cada trabalho exposto trouxe uma experiência diferente, gostei muito da exposição, me abriu os olhos para coisas que eu não conhecia e não fazia idéia que existiam.

Nossa visita ao FILE

 

                                      Site do FILE:  http://www.file.org.br/

          Aproveitando o clima de férias, que é quando tenho mais idéias, já que não tenho mil trabalhos para fazer (nada contra os trabalhos!), me dei conta de como não vivo sem um bloquinho de notas dentro da bolsa (ou debaixo do travesseiro!).

          Gosto muito de bolsas (de desenhar e de fazê-las) e ando pelas ruas, ônibus, trem, etc, sempre observando ao redor se vejo modelos interessantes, e zap! Logo pego da minha bolsa minha mini agenda ou algum papel e desenho bem rapidinho!

          Criei esse hábito já a algum tempo, pois tenho CERTEZA que depois de alguma horas já não vou me lembrar de nada… tem que anotar mesmo.

          Quando estou no trabalho e vejo alguma bolsa interessante, pego logo qualquer papelzinho de rascunho e desenho discretamente. É ótimo por que fico com muitas referências para futuras criações.

Minhas mini-agendas de 2009 e 2010 e papeizinhos mil.

 

           Ultimamente tenho usado páginas livres da minha agenda para fazer os tais rabiscos. Ontem mesmo, estava indo dormir (parece que justo quando eu me deito as idéias começam a surgir) e vieram alguns modelos à minha mente. Com toda a força de vontade e vencendo o sono, estiquei  o braço, alcancei a caneta e passei minhas idéias para o papel usando apenas a luz do celular (preguiiiça).

          Isso me fez lembrar também de uma dinâmica de grupo que fiz para um emprego. Pediram para cada um dizer, se fosse um objeto, qual o seria. Eu respondi: um bloco de anotações, quando a maioria respondeu: celular. Bom…para concluir: sou grande adepta dos meios “tradicionais”, e o que importa é que consegui aquela vaga.    =])

É isso aí, fica a dica: não deixe suas inspirações se perderem, registre-as!

 

                    Sim, é isso mesmo. Parece que uma coisa não tem nada a ver com a outra, mas quem nunca comprou um shampoo, esmalte, ou muito dos itens disponíveis nesse ramo do mercado, influenciada diretamente por seus nomes (muito) sugestivos?!?

                    Pois é. Basta uma breve olhada nas prateleiras, e percebemos a grande variedade de produtos cujo nome apela diretamente para as nossas papilas gustativas.

Deu água na boca, não deu!?

 

 

                    Não pretendo aqui falar de fato sobre os itens em questão, sequer sobre sua eficiência, mas acontece que me peguei pensando no assunto hoje, ao pegar meu recém comprado esmalte, na cor… chocolate! Bateu aquele friozinho, o rosa já não estava dando uma sensação muito confortável, precisava de algo mais quente, e ao parar diante da prateleira para escolher a cor, fui seduzida pelo “tal”.

                    É incrível pensar o modo como a indústria nos seduz. Não mais importa somente do que se trata o produto, o que ele faz, mas há agora toda uma ideologia embutida no próprio. Aí então é que entra o poder de um nome que, bem escolhido, pode ter um alcance de público muito maior.

                    Na minha experiência pessoal, pelo menos, percebo que escolho as cores muito mais (mas não apenas, claro) pelo nome do que pela cor em si. Outro dia desses fui comprar um esmalte rosa e fiquei tão em dúvida entre duas cores, que comprei os dois. Ao chegar em casa percebi que tinha um terceiro muito parecido! Porém os nomes sugeriam coisas muito diferentes.

                    Assim como há uns dois anos, pintei o cabelo com a cor “Chocolate”. Detalhe: sou morena. É claro que a diferença foi mínima, e ainda por cima, depois que a cor saiu quis passar o “Chocolate Noite”. Já é demais, né!? Não passei até hoje, estou tentando me controlar.

 

                    

                    Com certeza isso não deve atingir a todas as mulheres da mesma forma, mas com a quantidade de pesquisas de mercado que são feitas no ramo, garanto que nós temos um perfil bem “chocólatra”, e que, comigo, está funcionando, ainda que eu tenha total noção do que acontece de fato.

Bom, terminei o post, e a unha ficou pronta:

 

Minhas unhas banhadas a chocolate. Satisfeita, será!?

 

                         Compareci nesta última quinta feira, dia 27, à abertura da exposição “Pretinho Básico”: resultado de um concurso feito pelo Senac que selecionou inerpretações de uma atualização do que é o “Pretinho Básico” de alunos de estilismo e modelagem do curso de Desing de Moda, e estas, confeccionadas estão expostas no Shopping Bourbon Pompéia.

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
                      Foi muito boa a experiência de ter ido à exposição, estava muito organizada, os vestidos lindos, e a presença das pessoas estilosas do curso de moda é interessante de ser observada- adoro.

Vista superior da exposição

 
 

                      Gostei muito da proposta, a atualização do conceito do pretinho básico, que começou com Coco Chanel em 1920, e foi aderida por inúmeras figuras no mundo da moda, cinema, e pelas mulheres em geral. Na verdade os vestido lá expostos, alguns pelo menos, não eram nada básicos. Mas acho que é aí que está a parte mais interessante. O preto abre inúmeras possibilidades de expressão; é um básico que pode ser transformado, mas que sempre leva consigo uma carga de significados, que foram sendo incorporados com o passar dos anos.

          Acho que este é um conceito muito presente entre as mulheres da atualidade, por ser fácil mudar sua mensagem, com uma simples mudança no corte, tecido, ou a produção em si, mas trazendo a essÊncia principal, que é o moderno, a versatilidade com sofisticação.

 

                     Na exposição em questão foi usado um único tipo de tecido, os comprimentos eram praticamente os mesmos nos dez vestidos, o jeito, olhando rápido, era semelhante a todos, porém, com um olhar mais atento se notam diversas especificidades que cada vestido possui. Entre recortes, volumes, drapeados, pregas, aviamentos, e outros detalhes, cada um assume sua própria personalidade.

Vejam fotos de alguns dos vestidos expostos:

 

 

    

                 As fotos não estão muito boas, mas dá para ter uma idéia da diversidade que foi gerada dentro do mesmo tema.

                  Coloco agora um único porém em relação a exposição: para quem trabalha com moda, nenhum pequeno detalhe pasa desapercebido, treinamos nosso olhos para tornar nosso trabalho o mais impecável possível, nesse sentido, percebi alguns deslizes: zíper aberto (provavelmente o manequim não foi compatível com o vestido) e fios a serem arrematados. No geral, admiro muito o trabalho dos alunos, a execução estava muito boa, e acho que tudo fica de aprendizado para futuras experiências (dos criadores e dos visitantes).

 

 

 

 

 

 

 

Outras fotos:

"Brincadeirinha" feita por visitante. Um pouco inadequado, mas bem pertinente.

 

Laura e eu curtindo o coquetel e admirando a exposição.

            Impossível deixar de comentar a respeito do filme “Alice no País das Maravilhas”; fui assistir esse final de semana no IMAX, e achei lindo e muito envolvente. Tanto tentei me focar nos inúmeros detalhes do filme (fotografia, figurino, maquiagem, efeitos e legenda - por que não?!) que foi até difícil conseguir me prender a uns sem perder outros. É o tipo de filme que assistiria mais algumas vezes só para reparar em tudo.

            Achei muito rico em vários sentidos. O elenco, é claro, muito bom, Johnny Depp estava fabuloso em seu papel de chapeleiro, (para mim foi o personagem mais interessante do filme), e adorei a performance de Mia Wasikowska (Alice), linda, mas com um jeitinho de menina que que achei tudo a ver com a personagem.

 

            Pude notar no filme referências de diversas áreas, que na minha visão, de estudante, exemplificou muitas coisas vistas até mesmo em aula.

            Primeiramente, a respeito do figurino, traz um estilo da Inglaterra Vitoriana, com seus vestidos ajustados, a postura exigida das mulheres na época, como o uso do espartilho, a cobrança de se casar para ter uma vida digna, e toda a pressão exercida por uma sociedade conservadora.

            Alice, por ter uma mente mais aberta como a de seu pai, encontra em seu outro mundo uma saída, um escape para fugir dos padrões nos quais ela não se encaixava.

            Se eu for falar aqui, a respeito do figurino, de tudo o que me chamou a atenção, não acabaria nunca, então vou resumir no aspecto que achei mais importante: a atenção dada aos detalhes. Nota-se que cada peça que aparece no filme possui uma história, como o chapéu do chapeleiro maluco, que sobreviveu ao ataque da Rainha Vermelha, com suas marcas de queimado e objetos presos a ele. Assim como o vestido que Alice usa em parte do filme, o que é confeccionado para ela em alguns instantes pelo próprio chapeleiro; achei um momento de grande sensibilidade, porém sutil. Esses detalhes me agradaram muito.

         Reparei também, no momento do “noivado”, que há um artista representando a situação em uma tela, o que me remete aos mecenas que contratavam os então artistas, e não mais artesãos, para os retratarem em telas.

            Na questão histórica, me arrisco a relacionar a disputa entre as duas rainhas (Branca e Vermelha) com a Guerra das Rosas, ocorrida na Inglaterra, no séc. XV. Não tenho certeza se procede essa relação, mas acho que pode ter alguma referência, pois esta guerra se deu entre duas dinastias que lutavam pelo trono: a York (rosa branca) e Lancaster (rosa vermelha). Não sei ao certo quem venceu, considerando que foram cerca de trinta anos de batalhas esporádicas; mas é muita coincidência.

 

            Acho que no final, a mensagem que o filme deixa é: acreditar nas coisas que consideramos impossíveis, ser um pouco loucos de vez em quando, e não fazer apenas o que nos é ordenado, mas seguir nossas intuições e anseios.

Está aí minha impressão sobre o filme. E eu recomendo que o assistam.

         Na Itália do começo do século XV, dizer a um artista que sua arte é tão boa quanto a dos antigos era considerado um elogio, pois se referiam aos mestres clássicos da Grécia e de Roma. Isso por que os italianos consideravam o que chamamos de Idade Média, como Idade das Trevas, por ser esse o período em que os povos chamados bárbaros teriam desmantelado o império romano, que fora o centro da civilização, antes de perder seu poder e glória com as invasões.

          Por isso eles davam enorme importância ao ver ressurgir uma arte que possuía a grandiosidade das artes do período clássico, pondo grandes esperanças nesses artistas que a retomavam, chamando esse movimento de Renascimento.

         Florença era a cidade onde este sentimento era mais forte, pois ela foi berço de alguns dos artistas que viriam a se dedicar a estudos para representar cada vez mais fielmente a realidade, tendo como base o uso da razão e inspiração no classicismo.

Foto de Florença, o "berço" do Renascimento.

          Um item que marcou imensamente como inovação nesse período foi o uso da perspectiva. O precursor de estudos dessa técnica foi o arquiteto Brunelleschi, que retomou aspectos da arquitetura clássica, trabalhando a ordem e proporção na obra, que deixou um grande legado até a modernidade.

 

Sabemos que na antiguidade já se dominava o uso de elementos que dessem ilusão de profundidade nas pinturas, mas a partir daí é que começou a dedicação em entender matematicamente como essa ilusão funcionava e explicar o porquê das coisas diminuírem com o aumentar da distância.

 

Perspectiva na Pintura         

          Um dos primeiros, se não o primeiro pintor a usar a perspectiva em seus quadros foi Tommaso di ser Giovanni, que ficou conhecido e imortalizado por Masaccio, que significa “desajeitado” (ainda descubro o porquê deste apelido).

Santíssima Trinadade, de Masaccio

          Masaccio foi um grande mestre da arte, e causou uma enorme revolução com suas telas, por serem bem diferentes do que se havia visto até então. No lugar de formas delicadas e graciosas, via-se formas sólidas e brutas, que apesar de simples, mostravam grandiosidade. A perspectiva dava a sensação de estar diante de um espaço real, e de proximidade com as imagens da tela.

          Quanto mais reais e austeras as imagens produzidas, mais se aumentava a proximidade com a realidade, e isso foi objetivo de inúmeros estudos, como os de Leonardo da Vinci, que viriam posteriormente.

Estudo para Obra "Adoração aos Reis Magos"

Legado

           É importante ressaltar que foram todos estudos de suma importância, e que consistem praticamente nas técnicas que usamos até os dias de hoje.